Negro pranto, 2015 poesia em dor

Envie este artigo por email

Para negra Valquíria

Negro pranto, 2015 poesia em dor
Pintura de António Gonga

Um lamento!
Um grito de dor!
São versos que sangram...
Negras lágrimas
Em prantos secretos
São odes que sagram
A negra Valquíria

É a negra luz
Sementes secas
Lançadas em um campo estéril
No deserto sem vida
Negros prantos
Testamentos da dor

É a sagrada lira
A bradar nas mãos do Aedo
Que declamada a Ode!
A muito esquecida
A carme em dor
Onde foi jazer o Bardo
A espera da negra Valquíria

Samuel da Costa

O que fazer nos primeiros
minutos do ano novo
com a emoção antes pensada?
Como seguir o caminho
do plano futuro
com a intuição da véspera?
Não há duvida alguma
que já o fizemos antes
e que não há memória
desse futuro desconhecido.
Entretanto há um segredo
o qual vamos reverter em lírica
sob a eclípse do tempo.

Teresinka Pereira

Comentários

Newsletter


Colabore com o Jornal Cultura - Envie-nos os artigos da sua autoria.

Colaboradores Ver todos