Ndaka Yo Wini no artes ao vivo

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O Ndaka yo Wini provou ser a exímia Voz do Povo.

Ndaka Yo Wini no artes ao vivo
Ndaka yo Wini Fotografia: Jornal Cultura

Há 10 anos, Lukeny Fortunato concebeu um projecto de animação cultural, chamado Artes ao Vivo. Agora com parceria de Victor de Barros, Artes ao Vivo abriu o ano de 2017 com Ndaka yo Wini, um cantor jovem que, como o próprio nome indica, é um cultor determinado da africanidade, aliando às sua melodias maioritariamente em Umbundo preciosos ritmos da modernidade musical universal. O artista retira de dentro da cabaça a inspiração que lhe permite transformar as ondas da tradição popular em novas construções, numa busca constante e rigorosa da sublimação da música angolana. Na noite do passado dia 17 de Janeiro, ali no My Space, ao Centro de Formação de Jornalistas (Cefojor), Ndaka yo Wini provou ser a exímia Voz do Povo, quando interpretou Ohele e outras canções, num espectáculo onde participou um público diversificado e que juntou outros músicos como Cyrius e Bona Ska e que brindou os presentes com um recital de poesia e outro de spoken word, para além da interessante conversa sobre Políticas Culturais, protagonizada por José Luís Mendonça e Victor de Barros. O momento contou ainda com a re-apresentação da obra Balumuka, do jornalista Rubio Praia.

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