O que é uma orquestra?

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Uma orquestra é um agrupamento instrumental utilizado sobretudo para a execução de música erudita. Não existem diferenças entre as orquestras sinfónicas e as filarmónicas.

Orquestra kapossoka

Estas terminologias denotam a maneira como é sustentada a orquestra. Antigamente, a orquestra sinfónica levava este nome por ser mantida por uma instituição pública, e a orquestra filarmónica levava este nome por ser sustentada ou apoiada por uma instituição privada.

Existe ainda a orquestra da câmara, que é um conjunto bem menor e costuma ter, na maioria dos casos, entre oito e18 músicos. Abaixo disso, o conjunto já passa a ser chamado de septeto, sexteto, quinteto e assim por diante. Todas essas formações executam a chamada "música de câmara" - no caso, a palavra "câmara" é sinônimo de "sala, quarto ou aposento pequeno". Já as bandas militares, de formação variada atendem às necessidades da caserna.

E é falsa a ideia que apenas as classes mais abastadas têm acesso a música clássica/erudita, visto que diversos músicos clássicos têm origens modestas. Exemplo são as óperas bufas de Mozart no período clássico, que eram populares entre as camadas mais comuns da sociedade.

Uma orquestra sinfónica dispõe cinco classes de instrumentos:
• as cordas (violinos, violas, violoncelos, contra baixos, harpas)
• as madeiras (flautas, flautins, oboés, corne-inglês, clarinetes, clarinete baixo, fagotes, contrafagotes)
• os metais (trompetes, trombones, trompas, tubas)
• os instrumentos de percussão (tímpanos, triângulo, caixas, bombo, pratos, carrilhão sinfónico, etc.)
• os instrumentos de teclas (piano, cravo, órgão)

O que é música clássica ou erudita?

Segundo o Wikipédia, a música clássica ou música erudita é o nome dado à principal variedade de música produzida ou enraizada nas tradições da música secular e litúrgica ocidental, que abrange um período amplo que vai aproximadamente do século IX até o presente, e segue cânones preestabelecidos no decorrer da história da música. As normas centrais desta tradição foram codificadas entre 1550 e 1900, intervalo de tempo conhecido como o período da prática comum.
Segundo o Dicionário Grove de Música, música erudita é música que é fruto da erudição e não das práticas folclóricas e populares. O termo é aplicado a toda uma variedade de músicas de diferentes culturas, e que é usado para indicar qualquer música que não pertença às tradições folclóricas ou populares.

O termo só apareceu originalmente no início do século XIX, numa tentativa de se "canonizar" o período que vai de Bach até Beethoven como uma era de ouro. Hoje em dia, o termo "clássico" aplica-se aos dois usos: "música clássica" no sentido que alude à música escrita "modelar," "exemplar," ou seja, "demais alta qualidade", e, stricto sensu, para se referir à música do classicismo, que abrange o final do século XVIII e parte do século XIX.

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