A leitura de um fazer permanente

Envie este artigo por email

Em torno da poética do brasileiro Salgado Maranhão.

Tento amarrar o tempo e a corda é curta, tento medir o nada e nada ajusta.

Se, até então, não os convenci da expressividade poética como um fazer permanente, um processo ante os olhos sensíveis à beleza e à poesia, façamos uma incursão na área do mistério, pela busca do indizível e deixemos que a afetividade sugerida pela música das palavras, acompanhada do seu poder invocador e imaginário, nos conduza pelo poema Clava.

Vamos privilegiar na nossa leitura as operações significantes, procurando esfacelar o objeto estudado, decompondo-o, abrindo no seu interior um novo exterior, desligando-o de um ponto de vista central único e oferecendo então, possibilidades de perceções.

Comentários

Newsletter


Colabore com o Jornal Cultura - Envie-nos os artigos da sua autoria.

Colaboradores Ver todos