Prosa beija-flor para Bito Pacheco

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História do nosso país que não esquece o teu sorriso.

Prosa beija-flor  para Bito Pacheco
Bito Pacheco Fotografia: Paulino Damião

Bito Pacheco, te cantamos esta prosa beija-flor a voar entre as pétalas da história do nosso país que não esquece o teu sorriso. Celebramos tua mão amiga, tua voz conselheira e teu olhar companheiro de todas as horas.
Se a imprensa diz“terça-feira, 22 de Setembro, em Luanda, vítima de doença”, nós não temos descoragem de te chorar. Podemos mesmo chorar “uma lágrima no canto do olho”, mas desconseguimos ir aonde levam teus olhos fechados, nessa terra a que chamam última morada. Tua morada perpétua (não última) é aqui no coração e este se perpetua de sentimentos e não há adeus. O que há é o fruto madurodo teu plantar versátil por entre as matebeiras da missão do Estado. Esse nos alimenta, irmão-camarada-Álvaro Pacheco dos Santos.

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