Desempenho docente

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2. Por uma avaliação humanizada

Desempenho docente
Faculdade de Medecina de Malange

É evidente que a avaliação é dos parâmetros fundamentais do sistema de ensino-aprendizagem. Por outro lado, sabe-se que a imperatividade de os alunos cumprirem ciclicamente as provas de aferição de conhecimentos é uma das maiores motivações, senão a maior, para estes se prepararem para as mesmas.
No entanto, “há muitas formas de matar pulgas” para se cumprir essa imposição ministerial, devendo-se optar por uma avaliação humanizada. Nesta medida, é imprescindível que os discentes, em situação de prova, constatem que a mesma foi engendrada, com incidência nas matérias assimiladas no espaço de aula, veiculadas pelo mestre ou adquiridas através de trabalhos por eles realizados. Nesta medida, é aconselhável que o avaliador contemple no teste uma única questão abrangente, relativa aos conhecimentos solicitados pela leitura recomendada de determinada obra. Este pedagógico procedimento contribuirá para que a turma alicerce a confiança no professor, e conferirá aos melhores alunos (os que certamente cumprirão a recomendação de leitura) a oportunidade para “brilharem”, isto é, confirmarem a excelência da sua condição. De resto, o mestre nem necessita de mencionar, na prova, qualquer pergunta relacionada com a leitura complementar, deduzindo esse cumprimento, ou não, do tipo de respostas que o examinando conceder na prova de avaliação. Assim, o docente deve atribuir maior classificação às soluções de resposta que contemplem a informação contida no livro anunciado, a fim de premiar os alunos empenhados.
Portanto, o docente deve valer-se de todas as estratégias pedagógicas para “chegar ao aluno”, estreitando os laços que os mantêm juntos. Para alcançar este desiderato, é primordial que este dispense ao formando um atendimento personalizado, pois “cada aluno é uma única pessoa”, com uma personalidade sui generis; insuficiência de conhecimentos própria; percurso académico peculiar; tendências e motivações individuais e um ritmo de aprendizagem diferente!
Não será esta a atitude que o processo de formação reclama?
Doutro modo, se o professor não estiver sensibilizado para elevar o nível relacional com os seus formandos, tenderá, por exemplo, a repudiar, liminarmente, a ignorância de conhecimentos básicos que muitos alunos vão demonstrando, escudando-se na desculpa pronta: «Essa burrice, o aluno já a trazia consigo» e não compreenderá determinado comportamento estranho, perpetrado por algum aluno, bem como não descobrirá as razões pelas quais, a certa altura do ano, um número considerável de estudantes deixou de estar presente nas suas aulas, ou a assisti-las meramente para evitar a falta de presença, presenciando-as, contudo, de forma apática. Perante o êxodo, gradual, dos alunos, o lente preferirá a conclusão fácil: «São uns baldas!»
Será esse o real motivo de tantas abstenções àquelas aulas?
Se os discentes são, naturalmente baldas, como justificar a sua assiduidade às outras disciplinas?
É de salientar que o sistema educativo exige uma permanente reflexão por parte de toda a comunidade educativa, com maior ênfase dos professores e estudantes.
Se os docentes reflectirem sobre a contínua ausência e passividade dos seus alunos, darão consigo a meditar: «Tenho mantido com eles uma relação facilitadora das aprendizagens?», «Será que estou a revelar-me intangível?», «A forma como venho conduzindo as aulas será suficiente motivadora?»
É que a relação com os alunos deve ser constantemente repensada! E é essa reflexão que inculcará, no docente, a necessidade de conhecer o universo do aluno, a fim de gizar formas de actuação que lhe permitirão, pedagogicamente, solucionar situações imprevistas dentro da sala de aula, e encontrar as razões para o fraco desempenho dos seus formandos!
Por outro lado, a conveniência de se manter o canal de comunicação não é tarefa exclusiva do formador. De facto, os alunos abstencionistas devem incluir nas suas cogitações preocupações como as seguintes: «O que me leva a chegar atrasado ou a ausentar-me tantas vezes das aulas, nesta disciplina?», «O meu desinteresse tem que ver unicamente com esta cadeira ou o problema está no curso, no seu todo?», «Já deu para perceber que o professor não tem jeito para ensinar. Mas, se eu estivesse no seu lugar, faria melhor?», «O que é que, na sala de aulas, tenho feito para colaborar com o professor no vencimento da limitação de comunicação que evidencia?», «Tenho tido para com a escola e o professor a postura que esperam de mim?»
Evidentemente que a reflexão sobre o processo de ensino e aprendizagem, levada a efeito por ambas as partes, fertilizará a caminhada lado a lado, consubstanciada no respeito mútuo e até numa certa amizade! Relacionando-se desta forma, docentes e discentes materializam o entendimento da educação como o valor supremo, capaz de repor a esperança no Homem Novo, o objectivo primordial da educação!
Note-se que é com a bandeira da esperança hasteada que a comunidade educativa cumpre o ciclo, sempre renovado, de preparação do ano lectivo. Para tanto, faz-se o balanço do ano lectivo transacto; actualizam-se os objectivos a alcançar; refinam-se as ofertas curriculares; aprimora-se o quadro de pessoal e executam-se melhoramentos nas infraestruturas escolares, para que “este” ano lectivo “correrá” melhor, a fim de se materializar a esperança na formação íntegra do cidadão!
É neste contexto que se constata que o equipamento com que se apetrecha as salas de aulas hodiernas não contempla o estrado, outrora destinado à secretária do professor.
Exceptuando as salas enormes, destinadas a abarcar turmas com um grande número de alunos, em que o estrado é tido como um auxiliar do formador para a projecção da voz e captação da atenção dos discentes que, por contingência, têm de ocupar os lugares traseiros, este mítico equipamento é, na modernidade, considerado obsoleto!
O entendimento deste objecto como arcaico tem que ver com a esperança de que o professor, “descendo do seu pedestal”, olhe para os estudantes “olhos nos olhos”, viabilizando uma relação que se deseja próxima!
Esta evolução na forma de se pensar o processo educativo foi alcançada cumprindo-se os ditames da pedagogia, constituindo, correlativamente, um convite aos docentes para que invistam na sua competência pedagógica!
É que a história da educação ensina que somente uma formação de qualidade confere ao cidadão sapiência e integridade que lhe permitirão obter sucesso, contribuindo para o desenvolvimento do seu país, no sentido restrito, e da Humanidade, no lato.
Por a formação de qualidade ser uma conquista permanente e uma busca inacabada, a sociedade espera do formador uma disposição voluntária que o impila a apostar, esclarecidamente, na sua formação pedagógica. Por consequência, o discente deve aderir às acções de formação do Ministério de Educação nas escolas em que está inserido, ou promovidas por instituições públicas de ensino, como o Curso de Agregação Pedagógica organizado pelo Instituto Superior de Relações Internacionais, de 02 a 28 de Fevereiro, nas suas instalações; ao Curso de Formação Inicial Pedagógica de Formadores disponibilizado, por exemplo, pelos centros de formação privados, ou consultar biblio e webgrafia especializadas, a fim de adquirir, ou aprofundar, conhecimentos na área desta ciência.
Realce-se que é o domínio de conhecimentos pedagógicos que permite, ao lente, desempenhar a sua missão de forma exemplar, correspondendo às expectativas do formando que espera o melhor de si.
Efectivamente, desde os tempos remotos da antiguidade clássica, a pedagogia tem-se afirmado como a trave-mestra de uma formação de excelência.
Reparemos que o domínio desta ciência é pertinente para todas as áreas sociais e sempre que esteja em equação o sistema de ensino e aprendizagem. Assim acontece no desporto e, em particular, no futebol.
Atentemos no desempenho do treinador José Mourinho. Qual tem sido a base do seu êxito profissional?
- Excelente domínio da metodologia de treino e relacionamento com os atletas à base de pedagogia!
A aplicação destes dois domínios tem contribuído para o seu êxito, permitindo-lhe coleccionar troféus quer colectivos quer individuais.
Obra do acaso?
Sem sofisma, o docente (treinador), munido da indispensável ferramenta da pedagogia, é detentor de um background que lhe confere bom senso, entre outras valências. Ora, esta virtude possibilita-lhe manter, na sala de aula, o ambiente recomendavelmente propiciador à aprendizagem e gerir a sua disponibilidade horária para cumprir, satisfatoriamente, os compromissos profissionais e familiares, restando-lhe tempo para os afazeres particulares.
Todos os profissionais cometem erros pontuais. Esta constatação generalizada aplica-se ao desempenho docente, mas o bom senso confere ao formador a capacidade de assunção natural das suas falhas. Nesta esfera, é expectável uma reacção diferenciada entre os docentes sem competência pedagógica e os que a possuem.
Atente-se nesta hipotética situação, imaginável no decurso de uma aula:
- A Terra gira em torno do Sol. – Afirma categoricamente o professor, diante da turma expectante.
- Mas, na aula passada, o stor disse que era ao contrário, que era a Sol que girava em torno da Terra! – Reage um dos alunos interessados que existem nas escolas do nosso país.
Como reagir a esta arguição imprevista?
Perante a iminência em resolver a situação desconfortável, alguns docentes com insuficiência pedagógica tenderão a proceder de um dos seguintes modos:
- Puxar dos “galões” da autoridade, respondendo que o aluno arguente tinha estado distraído, na pretérita aula, e, por esse facto, tinha ouvido mal, pois ele nunca poderia ter-se enganado.
Entretanto, outras vozes ecoam em defesa da veracidade adiantada pelo colega, confirmando que também o tinham ouvido afirmar que era o Sol que girava em torno da Terra!
Neste momento, qual é a situação do professor diante de toda a turma?
Ao reagir intempestivamente, o autoritário docente mais não fez do que tentar “apagar o fogo com gasolina!»
- Ignorar o repto lançado pelo estudante, mudando de assunto.
- Inventar uma repentina história (relacionada com desporto, moda, música, facebook, etc.) que sabe ser do agrado dos alunos, para, captando a atenção da turma, abafar a interpelação incomodativa do aluno.
Ou, numa acção impensada, optar pela “fuga para a frente”, piorando a situação, já por si delicada:
- O que eu disse na aula passada não deixa de ser verdade! Tanto pode ser a Terra a girar em torno do Sol, como o Sol a girar em torno da Terra, dependendo da posição da …lua!
Nem todos os formadores, sem agregação pedagógica, teriam a frontalidade natural para assumir o erro!
Repare-se como actuaria um professor imbuído de competência pedagógica:
- Eu disse isso? Acredito que assim tenha acontecido, pois tu (você) estás (está) a afirmá-lo. Mas se o disse, não o devia ter feito. Enganei-me. Peço desculpa por vos ter induzido em erro.
- A verdade é esta, que eu acabo de vos transmitir nesta aula: «A Terra gira em torno do Sol». E é isto que vocês devem responder na prova.
- Obrigado pela oportunidade que me dás (dá) de esclarecer a questão, pois se tu (você) ficaste (ficou) baralhado, os teus (seus) colegas também devem ter ficado. Mas o certo é que é a Terra que gira em torno do Sol, não ao contrário! Mais algum de vocês tem dúvidas, em relação a esta matéria?
- E o resto da turma, que opinião tem sobre este assunto: é a Terra que gira em torno do Sol ou ao contrário? O que é vocês acham? Quero ouvir as vossas opiniões!
Seguidamente, o docente aguarda um breve momento, escutando as respostas díspares que, certamente, cada um dos discentes projectará. Esta reacção prudente revela-se de extrema importância, pois, enquanto os alunos vão trocando impressões, o mestre vai cogitando um desfecho favorável para a aflitiva situação.
Neste contexto, a remissão da incómoda interpelação à turma funciona como um “balão de oxigénio” para o formador, permitindo-lhe resolver a embaraçosa situação:
- Como acabamos de testemunhar, pelas respostas diferenciadas que vocês deram, o movimento giratório dos astros não é um tema pacífico. Por isso, vamos todos amadurecer esta questão da rotação da Terra. Façamos assim: eu e vocês vamos pesquisar a melhor resposta e, no princípio da próxima aula, dissiparemos a dúvida levantada pelo vosso colega. Até vai ser proveitoso porque os alunos que faltaram hoje terão a oportunidade de recuperar esta matéria. Mas façam mesmo a pesquisa que eu vos estou a pedir, pois este tema constará da próxima prova. Está bem?
A turma aceitará o desafio, naturalmente!
Esta simulada situação permite duas conclusões: os domínios do conhecimento científico e o do pedagógico nem sempre são “duas faces da mesma moeda”, acontecendo, como anteriormente se aventou, um professor, perfeitamente conhecedor das unidades temáticas a transmitir, falhar na resolução de conflitos, na sala de aula, por impreparação pedagógica. O contrário também pode ocorrer: um formador, pedagogicamente adestrado, não conjecturar cuidadosamente o tipo de questões que os alunos colocarão acerca do conteúdo programático transmitido. Porém, o que importa sublinhar é a diferença da reacção dos dois tipos de docentes, perante eventuais solicitações dos alunos, independentemente da natureza das mesmas!
A segunda inferência, relativa à caricata ocorrência, é a da necessidade de os formadores terem o bom senso de reflectir, frequentemente, sobre a reiteração dos seus erros “pontuais”. Só por esta via se chegará à recomendável performance de os evitar, elevando-se, deste modo, o nível de confiança que os alunos depositam no professor, fortificando a relação entre ambas as partes.
Com toda a certeza, a confiança e a relação amistosa são promovidas quando os docentes trabalham para se tornarem cada vez melhores; dominam os conteúdos programáticos que transmitem, conseguindo com isso que os alunos os considerem como «figuras fortes» para as suas vidas; apostam nas capacidades dos formandos; acreditam que todos os estudantes têm a faculdade de aprendizagem (mesmo os desmotivados!); quando privilegiam a comunicação como o meio por excelência para a recomendável interacção, e, diariamente, entram para a sala de aula com boa disposição (deixando os problemas pessoais à porta!), encarando a turma com “bom dia”, “boa tarde” ou “boa noite” a que nenhum aluno fica indiferente!
Decorre desta forma de actuação a imperiosidade de se concretizar, no espaço da aula, as três premissas seguintes: autoridade, pontualidade e aulas dinâmicas.
Neste âmbito, deve-se exercer a autoridade de forma humanizada, não confundindo autoridade com autoritarismo!, e de tal modo esclarecida que os discentes saibam discernir, convenientemente, os momentos de trabalho e de descompressão: «Conhaque é conhaque, serviço é serviço!» Tome-se como exemplo hipotético uma situação em que determinado aluno, em plena aula, tem, pela primeira vez, um comportamento desadequado. Não se deve reagir “à queima-roupa”, sacrificando a imagem do discente perante a turma. Agindo de forma intempestiva, interpor-se-ia um “muro” na relação com esse formando, provocando nele, indirectamente, a atitude de se resguardar, remetendo-se ao silêncio, deixando de participar nas aulas sequentes.
Se a situação pontual for mal resolvida, alguém sairá a ganhar?
Decerto, deve-se reagir prontamente mostrando ao aluno e à turma, de modo peremptório, que se ficou desagradado com o comportamento desenquadrado do referido aluno. No entanto, deve-se conceder-lhe “o benefício da dúvida”, abordando-o, no fim da aula, indagando-o sobre a razão do desviante procedimento. Se o estudante a tiver, apresentá-la-á; se não, certamente pedirá desculpa! Afinal, «Não é com vinagre que se apanham moscas!»
Se é verdade que só se consegue ensinar se na sala de aula prevalecer um clima favorável à aprendizagem, também o é se os discentes se sentirem motivados, constatando que entre eles e o formador reina uma relação de respeito, sim, mas também de cordialidade, em que estão subentendidos a mútua compreensão e o sentimento de que a autoridade do mestre, mais do que imposta, é cativada!
Não se veja nestas medidas qualquer vestígio de obstrução à maturidade que o estudante deve ter cultivar no seu percurso académico. Pelo contrário, quando, no desempenho da profissão, o licenciado tiver funcionários sob a sua chefia, agirá com os mesmos da forma pedagógica como aprendeu: com rigor, seriedade, frontalidade, mas também com ... afectividade! Se o técnico superior assim agir, os trabalhadores produzirão mais, e, por esta via, a empresa, a sociedade e o país lucrarão!
Como é do domínio comum, a produtividade e a pontualidade caminham de mãos dadas, numa relação em que o segundo factor condiciona o primeiro.
Por consequência, a pontualidade é a segunda (das três) premissa com que o professor tem de saber lidar.
Nesta medida, uma das ocorrências desestabilizadoras do normal funcionamento da aula, principalmente quando esta já se encontra “em velocidade de cruzeiro”, é a chegada atrasada de um ou mais alunos.
Como é que o docente deve agir nessa circunstância?
De notar que, ainda que a entrada do aluno atrasado para a sala seja feita de forma silenciosa, não deixa de provocar alguma distracção, ou mesmo agitação, entre os colegas sitiados que tendem a interromper a actividade que vinham realizando, nem que seja um simples raciocínio, para observarem quem chega. Esta constatação é potenciada pela realidade de, frequentemente, as portas de entrada para as salas estarem postadas à frente da turma, normalmente perto da secretária do professor!
A forma como cada docente lida com esta contrariedade varia de acordo com o seu temperamento, a identidade do discente, a reiteração – ou raridade – do atraso, o momento em que esse aluno aparece ou, ainda, com o tipo de tarefa que, naquele instante, o professor estiver a realizar com os demais alunos.
Mas, de um modo geral, os formadores mostram-se desgostosos com a chegada tardia dos alunos, chegando, por vezes, a impedir a entrada dos mesmos.
A exigência da pontualidade é benquista por quanto se está a formar cidadãos que, num futuro próximo, enfrentarão o mesmo rigor aquando do exercício da sua profissão.
Porém, o docente, como outras personalidades de referência, é um modelo. Como tal, se tiver o hábito de não ser pontual, não pode esperar, muito menos exigir!, que os seus alunos o sejam! O ditado «Para se exigir tem de se cumprir» é perfeitamente esclarecedor da forma como o discente deve pautar a sua conduta, no relacionamento com os formandos!
A pertinência da pontualidade não se confina apenas à hora estabelecida para a entrada, mas também à saída da sala de aula. Se o lente for o primeiro a começar a arrumar a sua mala, antes da hora prevista para o fim da lição, não se pode admirar que os discentes vão adquirindo o costume de sair da sala muito tempo antes de esta terminar!
A pontualidade, ou a falta dela, condiciona a forma como os alunos assimilam o tipo de formador com que se estão a relacionar. Para os estudantes baldas, é um prof. fixe!, mas recordemos que, felizmente, também existem formandos dedicados e que esperam sempre mais do mestre!
Que espécie de relacionamento o docente, habitualmente atrasado, manterá com este tipo exigente de aluno?
Naturalmente, a relação que cultivamos com os nossos formandos é um processo sempre em aberto e para a qual concorrem várias estratégias que, a serem bem conduzidas, tornam esse relacionamento salutar.

Cf. Maria Figueiredo. “Bem-vindo ao novo ano lectivo”. Revista Professor, nº 3, Ano letivo 2012/2013, p. 3.
Mário Araújo

(CONTINUA NA PRÓXIMA EDIÇÃO)

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