Balumuka estreia de Rúbio Praia

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Rúbio, publicadas em 2004 algumas crónicas.

Balumuka estreia de Rúbio Praia
Rubio Praia

Rúbio Praia, prémio Maboque Jornalista Revelação em 2013, viu a sua primeira obra, uma compilação de crónicas literárias e jornalísticas, sair à luz do dia 29 de Junho, no Palácio de Ferro, no âmbito da III Trienal de Luanda.
Apresentado pelo escritor Victor Amorim Guerra, o livro, de 165 páginas, traz uma temática diversificada que vai desde o bullying, fuga à paternidade, o crescente número de igrejas, prostituição e a educação enquanto processo de formação integral do homem.
“Nós angolanos, jovens principalmente, precisamos de ter uma postura diferente. Devemos influenciar as pessoas de forma a terem um comportamento positivo que se reflicta na sociedade, ou seja, uma sociedade sadia faz-se com pessoas sadias”, aconselhou Rúbio Praia que acredita que “com o Balumuka, do quimbundo, que significa acorda, as pessoas poderão ler, reflectir e pensar sobre o estado de coisas e a postura que devem tomar dentro da sociedade”.
Rúbio Praia disse que algumas crónicas foram publicadas em 2004, no complemento Vida Cultural do Jornal de Angola. “De lá para cá, escrevi para o programa Kialumingo (RNA), em 2009, depois estive no semanário Agora, onde também escrevia crónicas.
Enquanto coordenador da área cultural e sociedade do jornal, vivenciei muitas situações como violação, o crescer da violência e do crime em si. Estes temas todos e mais alguns inéditos que escrevi de 2012 a 2014 é que fazem esta compilação de crónicas jornalísticas e literárias que é o Balumuka”, esclareceu.
Victor Amorim Guerra considerou que a obra de Rúbio Praia ultrapassou a sua condição profissional de jornalista e foi para o lado da literatura.

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