Festa Literária Luso-afro-brasileira

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“Como se sabe, a língua portuguesa é falada por cerca de 270 milhões de pessoas. Somos muitos e temos muito em comum. A língua nos une historicamente, enlaça nossas culturas, nos faz irmãos”, afirmou o embaixador do Brasil em Angola, Paulino Neto, na abertura da Festa Literária Luso-afro-brasileira (FESTLAB), que decorreu de 26 a 28 de Maio, no Centro Cultural Brasil-Angola (CCBA) com apoio directo da TAAG.

Festa Literária Luso-afro-brasileira
Embaixador do Brasil ao lado da ministra Carolina Cerqueira

“Como se sabe, a língua portuguesa é falada por cerca de 270 milhões de pessoas. Somos muitos e temos muito em comum. A língua nos une historicamente, enlaça nossas culturas, nos faz irmãos.
O evento que inauguramos agora quer, na medida do possível, ajudar a estreitar esses laços em Luanda, jogando luz sobre nossas semelhanças, e criando espaços para que possamos pensar o futuro de nossa língua comum”, afirmou o embaixador do Brasil em Angola, Paulino de Carvalho Neto, na abertura da Festa Literária Luso-afro-brasileira (FESTLAB), que decorreu de 26 a 28 de Maio, no Centro Cultural Brasil-Angola (CCBA) com apoio directo da TAAG.
O embaixador agradeceu “imensamente a presença da Ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, que nos tem apoiado decididamente em nossas actividades aqui no Centro.” A Ministra da Cultura proferiu o discurso inaugural do evento.
Depois dos discursos de abertura, subiu ao palco um sarau Literário com participação dos poetas Alice Sant’Anna, Antonio Carlos Secchin, José Luís Mendonça, Mel Duarte, Paulo José Miranda e Thomaz Ramalho.
No dia 27, levantou-se um debate com o tema “Unidade na diversidade: língua e literatura como elementos de união do mundo lusófono”, cujos oradores foram o brasileiro António Carlos Sechin e o angolano Carmo Neto, secretário-geral da União dos Escritores Angolana (UEA), com mediação de Vera Franco Carvalho.
Quatro horas mais tarde, o debate girou em torno do tema “Pessoa na pessoa, rosa no Rosa: poesia contemporânea em língua portuguesa”, com António Carlos Secchin, José Luís Mendonça e Paulo José Miranda, com mediação de Thomaz Ramalho.
No último dia, o público participou no debate sobre o tema “Entre o engajamento e o lirismo: literatura africana lusófona em tempos de paz”, com José Luís Mendonça e Ungulani ba ka Khosa, de Moçambique, moderado por Tainã Novaes. Na tarde do mesmo dia, esteve em debate o tema “M de mulher: letras e género na literatura contemporânea em língua portuguesa”, cujos oradores foram a poetisa Alice Sant’Anna e Mel Duarte, ambas do Brasil, e Brigitte Caferro, de Angola, moderado por Nidia Klein.
A festa foi realizada em alusão ao Dia Internacional da Língua Portuguesa, comemorado no dia 6 de Maio.
Para a TAAG, o projecto constitui uma mais-valia, por contribuir para a aproximação e o reforço dos laços de amizade entre os dois países, através da cultura.
A iniciativa serviu ainda para promover a troca de experiência entre artistas dos países participantes do encontro (Angola, Brasil, Portugal e Moçambique).

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